DE QUEM É A CULPA?

Há uma pergunta no ar: quem é o culpado pela crise mundial? E há várias acusações no ar: o governo, os governos, o FMI, a globalização, os homens, Deus, a sociedade, a cultura ou a falta dela, ..., e tantas outras coisas.

A idéia geral que move muitos corações e mentes e de que o mundo pode ser melhor, desde que os homens que o dominam queiram assim.

No entanto, poucos admitem um velho problema: o coração do homem é voltado para si mesmo, e portanto o mal que domina o mundo acaba ficando sem solução.

No nosso Brasil, durante muito tempo, se concebeu a idéia de que a grande culpa era da inflação, e, no entanto, durante quatro anos em que ela foi quase controlada, ou pelo menos minimizada, quantas pessoas demonstraram uma alegria e uma paz interior abundante? Quantos puderam declarar que haviam encontrado a felicidade? Quantos deixaram de ser depressivos, angustiados, neuróticos ou ansiosos por causa disso?

Na verdade, com ou sem inflação, com ou sem desemprego, com ou sem dinheiro, a maioria de nós continua sofrendo. O ideal nacional de liberdade ou de paraíso sempre foi a Suíça, com os seus famosos bancos e isenções de impostos. No entanto, e justamente lá, na Suíça, segundo a OMS, que se encontra um dos maiores índices de suicídio do mundo.

Por que sofremos, então? De quem é a culpa? São perguntas que penetram a nossa mente e rondam a nossa vida constantemente. E muitas vezes sem respostas.

Talvez, quando você perceber a profundidade de que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, você possa alcançar as respostas a essas perguntas.

A sede do ser, do ter e do poder, sempre alavancadas pelo amor e precisão do dinheiro, impulsionam o homem na corrida da infelicidade.

Conhece alguém que tem muito e que não queira ter mais? Conhece alguém que tendo alcançado uma conquista material, e em seguida já não esteja pensando na próxima? Conhece alguém que não queira ter sempre mais do que tem, ou nunca menos do que os outros? Acho que você não precisa ir muito longe para conhecer alguém assim.

E como paramos de sofrer ou de encontrar culpados?

Tenhamos em mente que a globalização, por mais prejudicial que ela possa ser, é inevitável, e que o coração do homem é uma fonte inesgotável, em sua grande maioria, de egoísmo e ganância.

Resta-nos então a companhia amiga de um Deus que prometeu o necessário, nos presenteou com uma comunidade (tomara que você faça parte de uma), e nos conquistou para a vida eterna.

Somente com a visão nas coisas invisíveis poderemos vencer o impossível: o nosso próprio egoísmo, a nossa própria desesperança.

Somente olhando para cima, não tropeçaremos nas coisas aqui de baixo. Essa é a proposta de Deus. Loucura para esse mundo, sabedoria que vem do alto.

A decisão? Ela é individual, e exime os crimes passados, a situação presente e a preocupação futura.

Que tal tentar? Conte conosco, e principalmente com o amor de Deus!

 

 

 

 

 

 

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